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30/07/2008
A história do rádio
Os primórdios dessa forma de comunicação que, mais tarde, iria transformar-se no rádio têm início no dia 24 de maio de 1844, quando Samuel F. B. Morse envia a primeira mensagem à distância --no caso foi a frase Que Deus seja louvado -- através do telégrafo. Vale a pena lembrar que o telégrafo através de fios --junto com o Código Morse-- é o primeiro sistema de comunicação de longa distância que o mundo conheceu.

Em 1850, o alemão Daniel Ruhmkoff inventa um aparelho capaz de transformar baixa tensão de uma pilha em alta tensão: surge o primeiro emissor de ondas eletromagnéticas. Alguns anos depois, em 1853, o físico australiano Julius Wilheim Gintl prova ser possível enviar várias mensagens simultaneamente por uma única linha telegráfica.

Entretanto, só em 1867 é que o alemão Siemens cria o dínamo. Daí para o primeiro serviço permanente de notícias por cabo são oito anos. Aliás, neste mesmo ano de 1875 Alexander Graham Bell inventa o transdutor magnético --nada mais nada menos que o microfone, que foi realmente personificado em 1877, com o invento de Emile Berliner. Em paralelo, Thomas A. Edison espanta a comunidade científica ao registrar som em cilindros. Detalhe: a primeira gravação foi Mary had a little lamb (tradicional quadrinha infantil americana dos conhecidos Contos da Mamãe Gansa, similar ao brasileiro Contos da Carochinha). Em 1878 o mesmo Edson começa a trabalhar no invento da lâmpada elétrica. Em 1879, Hughes inventa o microfone a carvão.

Brasil chega antes, mas...

Em 1893, um marco vindo do Brasil: o padre e cientista Roberto Landell de Moura realizou a primeira transmissão de palavra falada, sem fios, através de ondas eletromagnéticas. Nascido em Porto Alegre (RS), Padre Landell foi um dos pioneiros da história do rádio. Bem à frente de seu tempo, o engenheiro foi precursor também da radiotelefonia e da televisão. Sua experiência mais importante --praticamente desconhecida do mundo-- foi em São Paulo, quando transmitiu por telegrafia sem fio do alto da avenida Paulista para o alto de Sant’Ana. Todo o processo deu-se com equipamentos inventados por ele, patenteados no Brasil em 9 de março de 1901. Landell conseguiu patentear três de seus inventos nos EUA em 1904: o Transmissor de Ondas, o telefone sem fio e o telégrafo sem fio, que utilizam soluções modernas como transmissão por ondas contínuas e por meio da luz. Em consequência de seu trabalho, a Marinha de Guerra do Brasil realizou, a 1º de março de 1905, várias experiências com a telegrafia por centelhamento no encouraçado Aquidabã. Hoje, o Padre Roberto Landell de Moura é Patrono dos Radioamadores Brasileiros.

Em 1895 o russo Aleksandr S. Popov inventou uma antena capaz de receber frequências baixas, na faixa de 30kHz. O momento histórico em que Popov recebeu as primeiras ondas eletromagnéticas teve como cenário o dia 7 de maio na Sociedade de Física e Química de São Petersburgo, na Rússia. No mesmo ano, próximo à região da Bolonha, na Itália, Guglielmo Marconi conseguiu realizar o que ficou conhecido como a primeira transmissão de sinais sem fio por uma distância de primeiro 400 e em seguida 2 mil metros.

Já a 2 de junho de 1896, na Inglaterra, o italiano Marconi registra uma patente para um sistema de comunicações sem fio, que mais tarde usa para receber e transmitir sinais em código Morse em um raio de até 3km de distância.

No ano seguinte, o francês Eugene Ducretet inicia suas experiências com o telégrafo sem fio. Ainda em 1897, Marconi funda em Londres a Companhia de Telégrafo Sem Fio (Wireless Telegraph and Signal Company). Em paralelo, na Alemanha, Karl Ferdinand Braun inventa um dispositivo-chave, capaz de produzir correspondência entre o comprimento de onda da transmissão e da recepção, procedimento este descoberto pelo inglês Sir Oliver Lodge.

Um ano depois, a 5 de novembro de 1898, Ducretet espanta a Academia de Ciências da França ao mostrar, com sucesso, transmissões de sinais entre os 4km que separam a Torre Eiffel e o Parthenon, em Paris. Vale a pena lembrar ainda que, nesta época, o dispositivo captava todas as frequências ao mesmo tempo, comprometendo e dificultando muito o entendimento das mensagens.

Atravessando o Mancha

O século XIX chega ao fim com uma grande vitória tecnológica: uma transmissão de 42km entre dois crusadores franceses equipados com o dispositivo Ducretet/Popov no início de 1899. Mais tarde, em 28 de março do mesmo ano, Marconi vai mais longe e faz uma transmissão através do Canal da Mancha, enviando sinais de Dover para Wimereux. Enquanto isso, Popov já consegue cobrir uma área de 50km, da costa russa até sua flotilha de navios.

Em 1900, no florescer do século XX, Marconi consegue a patente por um processo que permite ao operador do equipamento selecionar um comprimento específico de onda. Com a novidade, ainda em fevereiro surge a primeira estação comercial, localizada na ilha alemã de Borkum.

Entretanto, a primeira transmissão transatlântica só acontece em 12 de dezembro de 1901, também pelas mãos hábeis de Marconi. Usando o código Morse, o cientista consegue transmitir entre Poldhu na Cornualha britânica e St. John, Newfoundland.

Mas só em 1903 é que o empresariado entra em cena. Isso acontece somente quando a alemã Siemens e a Allgemeine Elektrizitats Gesellschaft unem-se para criar uma então jovem companhia: a Telefunken. No mesmo ano, o dinamarquês Valdemar Poulsen inventa uma forma de produzir ondas contínuas por arc transmission, que foram utilizadas mais tarde para a construção de alternadores de alta frequência para o envio contínuo de ondas de rádio. O ano culmina com a instalação, por Gustave Ferrie, de uma estação de telégrafo de longa distância na Torre Eiffel. É o início do rádio como o conhecemos hoje: agora, o London Times e o New York Times informam-se sobre o andamento da guerra Rússia/Japão graças à novidade. Detalhe: esse precursor do rádio ainda não permite a transmissão de sons, apenas sinais.

Em 1904 são feitas as primeiras experiências com conexões telegráficas de rádio na Espanha, enquanto que na França é instalada uma rede comercial marítima funcionando sob o rígido controle do Ministério dos Correios e Telégrafos. Em 16 de novembro, o inglês John Fleming inventa o diodo, uma válvula iônica de dois eletrodos que possibilita finalmente a transmissão do som. Imediatamente, uma estação de radiotelégrafo é construída na costa Adriática, no principado de Montenegro.

Começa também a burocracia: em 1905, no Canadá, é criado o Ato do Telégrafo Sem Fio (Wireless Telegraph Act), que estipula que é preciso obter uma licença para a telegrafia. No mesmo ano, ocorre a primeira comunicação sem fio da Espanha, realizada entre El Ferrol del Caudillo e La Coruña. É quando acontece também a descoberta das propriedades da galena (lead sulphide) como detector de sinais radioelétricos.

A partir daí, as coisas andam mais rápido: no início de 1906 o norte-americano Reginald Fessenden constrói o primeiro alternador de alta-frequência e triunfa na transmissão da voz humana pelo rádio. Ainda nos Estados Unidos, em 25 de outubro, Lee de Forest patenteia o triodo --uma válvula de três eletrodos que permite a detecção, transmissão e amplificação dos sinais de rádio. Uma curiosidade: em 1908 é adotado internacionalmente o sinal de socorro (S O S).

O rádio começa a prestar serviços

Em 13 de janeiro de 1910, um marco: a tripulação de um navio em alto mar --a 20km da terra firme-- consegue ouvir a voz famosa do tenor italiano Enrico Caruso graças a uma transmissão do Metropolitan Opera House, em Nova Iorque, arranjada por Forest.

Dois anos depois, em 15 de abril de 1912, o rádio desempenha um papel dramático. Um radialista amador consegue captar um pedido de SOS vindo do Titanic --mas já é tarde demais para qualquer ajuda ao grande navio.

Em 1913, uma nova prática começa a surgir: pessoas que, com a ajuda de um cristal de galena, passam a acompanhar regularmente programas musicais transmitidos pelo Chateau de Laeken, na Bélgica. Consequentemente, surge uma federação de rádios --a Wireless Society de Londres, na Inglaterra, que se tornaria mais tarde a Radio Society da Grã-Bretanha.

Mas foi em 1915 que o jornalismo começou a tomar conta das ondas do rádio, quando surgem na Alemanha as primeiras transmissões internacionais de programas diários de notícias. Um exemplo disso é quando, em 25 de outubro, a Estação Naval Americana de Arlington, na Virgínia, EUA, estabelece uma conexão direta com a parisiense Torre Eiffel.

O poder do rádio aumenta cada vez mais --tanto que em 1917 os bolcheviques usam o então novo meio de comunicação para influenciar os alemães durante as negociações do Tratado de Brest-Litovsk. O passo seguinte, contudo, não tarda a chegar: em 8 de novembro, um decreto --que acaba por durar mais de 70 anos-- estabelece a censura aos meios de comunicação na Rússia.

Assim, chega-se a 1920, quando surgem, na França, os primeiros rádios a pilha, orgulhosamente vendidos com outra inovação: fones de ouvido. Neste período, o jornalismo ocupa parte importante da programação, ganhando um caráter de seriedade econômica depois que a Holanda lança moda ao começar a transmitir o movimento da bolsa de Amsterdam mesclado com noticiário econômico. Ainda neste ano, a empresa de Marconi organiza um concerto radiotelefônico que leva a voz de Nellie Melba para a Noruega, França, Itália, Pérsia (atual Iraque) e para vários navios. O evento desperta a ira do Chefe Geral dos Correios ingleses, que indigna-se contra o uso frívolo de um serviço público e suspende as transmissões do país durante todo o mês de novembro. Como que em resposta, a então União Soviética inicia suas transmissões de caráter internacional. Enquanto isso, surge o primeiro serviço de radiotelegrafia na Venezuela.

Em 22, o mundo já se dobra ao rádio

O resultado é que em 1922 já existem estações de rádio com programações regulares em quase todo o mundo, incluindo aí a Argentina, Canadá, União Soviética, Espanha e Dinamarca. Em 7 de setembro do mesmo ano, no Rio de Janeiro, acontece a primeira transmissão radiofônica oficial brasileira: o discurso do Presidente Epitácio Pessoa, feito em comemoração do centenário da Independência do Brasil. Detalhe: seguindo a nova tendência, surge na Espanha a primeira publicação dedicada ao rádio: a Radio-Sport. Em outubro, nasce a britânica BBC (British Broadcasting Company), em paralelo com as primeiras estações de rádio em Shangai, na China, e em Cuba.

No ano seguinte, a Itália decide nacionalizar o rádio por decreto real e o coloca sob as ordens dos Ministérios dos Correios, Marinha e Exército. Ainda em 1923 a França segue o exemplo e transforma o rádio em monopólio estatal. Nesse meio tempo, Edgard Roquete Pinto --considerado pai do rádio brasileiro-- e Henry Morize fundam em 20 de abril, a primeira rádio brasileira: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, criada para atuar sem fins comerciais. Nessa época também surge a estação privada Radio Club em Madras, colônia inglesa na Índia, enquanto o Japão termina de regulamentar as leis de funcionamento do rádio optando por banir a publicidade neste meio de comunicação. Antes que o ano termine, entram para a era do rádio o Ceilão (atual Sri Lanka), o México e uma pequena estaçao em Praga, na ex-Tchecoslováquia.

Com a popularização do meio, a educação começa a ser prioridade em muitos países. Em outubro de 1924, a Suécia apresenta seu modelo de estação de rádio: sem anúncios e com um propósito claramente educativo. Enquanto a PTT de Paris transmite debates da Ligas das Nações, o México adere às radios voltadas à educação assim como a BBC londrina, que lança programas voltados aos jovens estudantes ingleses.

A globalização do rádio continua em 1925, quando a Polônia, Romênia e Hungria entram regularmente no ar. No Japão, pipocam estações independentes em Tókio, Nagoya e Osaka, enquanto é fundada a União Internacional de Rádio-Amadores na França. Em 20 de junho nasce a OAX, primeira estação de rádio do Peru.

Em 1926, a transmissão por ondas de rádio toma conta da Lituânia. No Japão, a criação da NHK (Nippon Hoso Kyokai) institui o monopólio no país --a companhia acaba incorporando as rádios privadas existentes. Em meados de1927, Áustria, Alemanha e Polônia já utlizam circuitos telefônicos para a transmissão de concertos. Nesta mesma época, no Brasil, começa a operar a Rádio Mayrink Veiga, no Rio de Janeiro.

Dois anos depois, a Tanzânia começa a transmitir. Em fevereiro de 1929 surge a primeira rádio do Vaticano, na Itália, que só será oficialmente inaugurada em 1931. Antes disso, em 1930, a Voz de Bogotá começa a transmitir da Colômbia, assim como o programa espanhol La Palabra e, já em 1931, o programa The Voice of Australia, transmitido de Sydney e Melbourne. No Equador, a HCJB (Heralding Christ Jesus' Blessings) transmite programas religiosos em 11 idiomas, enquanto a Tailândia finalmente funda sua primeira rádio.

EM 13 de março de 1933 o Ministério de Educação Popular e Propraganda da Alemanha estabelece um rígido controle sobre a imprensa, cinema, teatro e, consequentemente, o rádio. Em 1° de janeiro de 1934, surge uma entidade do setor representando os países sul-americanos, a SARBU (South American Radio Broadcasting Union). Em fevereiro, a Áustria começa a retransmitir propraganda nazista alemã. Em paralelo, surge a primeira estação de rádio da Mongólia, enquanto a Radio Clube de Lisboa, em Portugal, começa a transmitir regularmente para o Brasil.

A China só inicia transmissões para fora do país em1935, mesmo ano em que rádios italianas passam a emitir propaganda anti-britânica em árabe, além de retransmitir programas de rádios africanas também contra o domínio inglês. Em 10 de agosto é assinado um tratado de cooperação técnica entre Brasil, Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai e Uruguai, o que permite um intercâmbio político-cultural entre os países através das ondas do rádio.

No ano de 1936 é fundada a brasileira Rádio Nacional do Rio de Janeiro, que firma-se como líder de audiência por mais de vinte anos.

Em 1937 o governo japonês começa a utilizar o rádio para uma campanha militar massiva contra a China. No ano seguinte, na Espanha, militares baixam uma pesada censura sobre o meio. Em 30 de outubro de 1938, um fato pitoresco nos EUA: o programa de Orson Welles, baseado na Guerra de Mundos de H.G. Wells vai ao ar deixando milhares de pessoas em pânico com a certeza de que a Terra estaria sendo invadida por extraterrestres.

O mundo, enquanto isso, caminha firmemente para a II Guerra Mundial. Um dos marcos decisivos acontece quando a Alemanha decide, em1939, que ouvir rádios estrangeiras constituía crime capital. O segundo passo ocorre em 1940, quando as rádios alemãs passam a transmitir a mesma programação de caráter ultra-nacionalista, já totalmente sob o domínio nazista. E, ao mesmo tempo em que é inaugurada a primeira estação do Irã, o presidente francês General de Gaulle faz um apelo, da sede da BBC em Londres, para que o povo da França resista firmemente aos ataques alemães. Em julho, mais um golpe contra a liberdade de expressão: na Bélgica já dominada e ocupada, um decreto torna a prática de ouvir às rádios britânicas um crime passível de condenação a trabalhos forçados. Enquanto no mês de outubro a Costa Dourada (atual Gana) começa a transmitir notícias sobre a guerra, surge a Radio Omdurman no Sudão, dedicada à causa das forças aliadas.

Em plena guerra mundial, a Radio Douala, nos Camarões, transmite programas que clamam por uma França livre --o território era colônia francesa na época. Independente do domínio das colônias, Negus Haile Selassie I coloca no ar uma emissora que transmite quatro horas diárias em amharic, árabe e inglês. Já a Radio Nairobi no Quênia / África, solta seus programas em hindú, urdu e gujarati. O movimento ajuda o surgimento da primeira rádio na Rodésia do Norte (atual Zâmbia).

Em 14 de julho de 1942, o rádio é responsável por uma demonstração pública: após um chamado emocionado via BBC, milhares de franceses reúnem-se em volta dos memoriais de guerra espalhados pelo país e seguem em parada pelas ruas das principais cidades da França.

A espionagem também é bastante presente na época. Em junho de 1944, mensagens codificadas avisam a resistência de um iminente desembarque dos aliados na Normandia.

Em abril de 45, aparece a primeira rádio de Saraievo, na ex-Iugoslávia. A mais sangrenta guerra já perpetrada pelos humanos está prestes a acabar, mas os que viveram aqueles tristes anos não o sabem --especialmente em países como o Japão. Em 15 de agosto, porém, o imperador japonês anuncia, por rádio, a capitulação do país. Em dezembro, a japonesa NHK é reorganizada e o controle governamental sobre o rádio no Japão é abolido.

Depois disso, já a partir de 1946, o rádio ganha agilidade e desenvoltura com duas pequenas revoluções tecnológicas. A primeira delas foi o surgimento dos gravadores de fita magnética. Outra, não menos importante o início da substituição das válvulas retificadoras por retificadores de selênio, material semicondutor em estado sólido muito menos propício a queimar do que as velhas válvulas a vácuo.

Em dezembro de 1954 chega o Regency TR1, primeiro rádio transistorizado do mundo, lançado nos EUA pela I.D.E.A. Já a comercialização de gravações em estéreo só acontece em 1958, quando surge o termo som Hi FI. Todavia, só em 1961 as emissoras de FM são autorizadas a transmitir em estéreo.

No Brasil, em 25 de fevereiro de 1967, é criado o Ministério das Comunicações. Quase vinte anos depois, em1985, uma mostra das novas possibilidades deste meio de comunicação: a japonesa Sony desenvolve um rádio do tamanho de um cartão de crédito. Chega o fim do século 20. Em 1990, no Brasil, é criada a Rede Bandeirantes de Rádio, a primeira do país a operar via satélite com 70 emissoras FM e 60 AM em mais de 80 regiões do País.

O rádio, desde o final da década de 90, ocupa as ondas da internet, que oferece dispositivos para ouvir músicas em arquivos de sons comprimidos e emissoras que transmitem pela grande rede. Chega o tempo de convergência dos meios de comunicação, quando não é mais possível falar de rádio sem falar de telefonia, transmissão de imagens, voz e dados.
      
(publicado em Allameda a 30/07/2008)

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