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01/03/2015
Três toques para estratégias corporativas de sucesso nas mídias sociais em 2015
<Artigo / republicação permitida desde que texto e assinatura não sejam modificados>

Por Ingrid Mantovani *

É lugar mais que comum dizer que as coisas mudam em velocidades interestelares no universo das mídias sociais. Mas, ainda assim, nem nós que todos os dias trabalhamos imersos nelas deixamos de, vez por outra, esquecer que algumas “leis eternas” de três meses atrás já estão defasadas – e não fazem diferença hoje. Esse foi o motivo que me levou a compilar três dicas que valem para quaisquer empresas que levam a sério o trabalho de marketing, branding e suporte a venda via redes sociais.

Embora um pouco longas para os tempos de leitura-relâmpago que vivemos, recomendo a paciência de acompanhá-las até o fim. Com certeza vão ser úteis para o pessoal de marketing, PR e publicidade que anda sem tempo para estudos mais aprofundados a respeito e, também, para quem já sabe de cor o “manual” – mas pode estar perdendo insights por ter esquecido uma ou outra coisa.

Para simplificar a abordagem, levo em conta os hábitos do internauta que podem influenciar as definições de estratégias das empresas.

1) Horário nobre: com a diminuição do alcance orgânico do Facebook, as publicações precisarão ser cada vez mais assertivas e atrativas. Isso não quer dizer apenas ter bom conteúdo, mas também saber se está falando com a linguagem correta para a pessoa certa, no dia e hora mais apropriados. Nesse sentido, é fundamental ter monitoramento para entender especificamente como seu público se comporta. Uma empresa pode pensar que os dias de folga – como domingos e feriados – são os que mais produzem buzz sobre sua marca e categoria, conduzindo suas publicações para essas datas. Porém, não é incomum que se descubra, ao monitorar as redes sociais, que o maior buzz ocorre justo em dias de semana. Esse movimento, por surpreendente que pareça, é realidade para grande número de marcas.

Além disso, é importante atrelar o horário ao motivo de uso do produto sobre o qual se quer, por exemplo, se é um produto comprado por merecimento, provavelmente ele será citado após alguma tarefa física ou mental mais árdua. Um exemplo torna isso mais claro: “eu mereço um chocolate, pois estudei muito pra essa prova”. No caso, o horário nobre de buzz para essa marca, se esse comportamento está atrelado a seus objetivos de comunicação, será o período pós provas, trabalho ou maratonas. A dica 1, portanto, é descobrir qual é o horário nobre de cada marca ou produto que você trabalha.

2) Fenômeno segunda tela: já é de conhecimento geral o comportamento segunda tela do internauta, mas nem todas as empresas estão sabendo tirar proveito dele. Em 2015, muito mais do que no ano passado, é essencial que marcas e canais estimulem de maneira positiva esse hábito e estejam atentos ao que é falado real-time. Só desta maneira as decisões serão tomadas quando ainda dá tempo de fazer mudanças. Aqui, estamos falando em mudanças no tempo-web, isto é, por vezes em minutos. A integração entre estratégias off line e online precisa estar ainda mais alinhada do que antes, um desafio que tem tudo a ver com a tendência segunda tela.

3) Comunicação por vídeo e imagem: a facilidade na produção e compartilhamento de fotos e vídeos, proporcionada pelos atributos mobile, fez com que as pessoas criassem novas maneiras de se comunicar. Redes sociais e aplicativos como Instagram, Pinterest e Snapchat, entre outros, passam a ter mais usuários e, com isso, muitas informações que não seriam publicáveis sem os recursos de imagem passam a poder ter seu lugar ao sol, isto é, ser divulgadas. Assim, a empresa ganha mais inteligência para analisar e entender seu consumidor. Além disso, esse comportamento abre oportunidades de comunicação corporativa com os internautas com alto potencial de impacto. O ponto é estudar o consumidor para entender como ele se relaciona com esses novos conteúdos e quais os formatos de vídeos, fotos e ilustrações – incluindo o timing de impacto no caso dos vídeos – por ele preferidos. Outra vez, aqui o monitoramento é fundamental, é  importante entender o contexto em que o produto ou serviço é consumido. E quem conhece profundamente seu consumidor é, claro, quem terá o melhor resultado para suas estratégias sociais de comunicação.

*Ingrid Mantovani é formada em Publicidade e Propaganda pela FAAP, com Pós Graduação em Inteligência de Mercado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Especialista em monitoramento e Social CRM, ajudou a desenvolver estratégias de marketing e processos de monitoramento e inteligência de mídias sociais em empresas nacionais e multinacionais. Atualmente, é gerente de BI na Polis Consulting (www.polisconsulting.combr), que comercializa a plataforma de monitoramento de mídia social NetBase no Brasil, além de palestrante convidada em eventos presenciais e online sobre monitoramento e métricas para Marketing Digital.

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